Rituais podem ser definidos como técnicas simbólicas de encasamento. Transformam o estar-no-mundo em um estar-em-casa. Fazem do mundo um local confiável. São no tempo o que uma habitação é no espaço. Fazem o tempo se tornar habitável. Sim, fazem-no viável como uma casa. Ordenam o tempo, mobiliam-no. Os rituais não assinalam, no presente ensaio, um local saudosismo. Servem, ao contrário, como contraponto perante o qual nosso presente se delineia de modo mais nítido. É sempre nostalgia que se esboçará uma genealogia do desaparecimento que, não obstante, não será interpretada como história da emancipação. Ao decorrer disso, serão delineadas patologias do presente, sobretudo a erosão da comunidade. Reflete-se, desse modo, a respeito de outras formas de vida que seriam capazes de libertar a sociedade de seu narcisismo coletivo. (Trecho da obra)
| Informações técnicas | |
| Número de Páginas | 160 |
| Ano de Publicação | 03.11.2021 |
| Autor | Byung-Chul Han; Gabriel Salvi Philipson |
| ISBN | 9786557132487 |
| Comprimento (cm) | 0.8 |
| Largura (cm) | 10.5 |
| Altura (cm) | 18 |
O desaparecimento dos rituais - Uma topologia do presente
- Editora: VOZES
- Autor: Byung-Chul Han; Gabriel Salvi Philipson
- Modelo: 505601078
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