“Você já reparou como os pássaros atravessam o céu sem ter de apresentar documentos?”, escreve o jornalista Jamil Chade na quarta capa de Estrangeiros. A obra de Leo Cunha e Alexandre Rampazo apresenta um reino próspero, estável e organizado. Após a chegada de muitas pessoas com diferentes crenças, línguas e culturas, uma fissura se abre nesse aparente equilíbrio.
Para dificultar a permanência dessa nova gente, o rei passa a criar dispositivos de controle, exigindo do povo um conhecimento impossível de se ter para viver ali. As perguntas eram tão difíceis que nem mesmo os antigos moradores sabiam respondê-las. Nada razoável.
Quando o excesso toma conta, já é tarde demais. Não há como resistir ou enfrentar o que é imposto. Naquelas terras não resta ninguém. Mas será que há reino de uma pessoa só? O escritor Leo Cunha traz em Estrangeiros uma alegoria política com um tom satírico, uma obra para refletir sobre a escalada atual da intolerância, o estranhamento ao diferente e a dificuldade de imigração de povos que fogem de conflitos ou apenas buscam um novo recomeço.
| Informações técnicas | |
| Número de Páginas | 48 |
| Ano de Publicação | 2026 |
| Editora | BOITATA |
| Autor | LEO CUNHA- |
| ISBN | 9786557175521 |
| Largura (cm) | 14 |
| Altura (cm) | 31 |
Estrangeiros
- Editora: BOITATA
- Autor: LEO CUNHA-
- Modelo: 502500134
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