O dicionário define cafundó como lugar ermo e afastado, de difícil acesso, um fim de mundo. O cafundó de que trata este livro é bem diferente: aqui se estuda uma comunidade rural negra formada nos tempos da escravidão e que sobrevive até hoje, mantendo praticamente a mesma estrutura. Situado nas proximidades de São Paulo, esse agrupamento fala uma “língua secreta”. Essa língua utiliza um léxico de origem banto – quibundo, em particular – e tem um papel estruturador de importância fundamental para a sobrevivência da comunidade. No caso da comunidade paulista do Cafundó, conta-se uma história de resistência negra. Carlos Vogt é linguista, poeta e autor de vários livros, entre eles O intervalo semântico, uma coedição entre Editora da Unicamp e Ateliê Editorial. Foi reitor da Unicamp de 1990 a 1994. \r\nPeter Fry é antropólogo, foi professor no Museu Nacional e antes, quando de sua vinda da Inglaterra para o Brasil, foi professor no Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp, que ajudou a implantar.
| Informações técnicas | |
| Número de Páginas | 416 |
| Ano de Publicação | 13.02.2014 |
| Autor | Carlos Vogt |
| ISBN | 9788526810389 |
| Comprimento (cm) | 2 |
| Largura (cm) | 14 |
| Altura (cm) | 21 |
Cafundó: a África no Brasil - Linguagem e sociedade
- Editora: UNICAMP
- Autor: Carlos Vogt
- Modelo: 507500020
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Etiquetas: Carlos Vogt, UNICAMP

